Brasil / Argentina 2017 (95')
Direção: Paulo Thiago
Elenco:
| Maria Paula | ... | Beatriz | |
| Georgiana Góes | ... | Berenice | |
| Flávia Alessandra | |||
| Jonas Bloch | |||
| Roberto Bonfim | |||
| Nicette Bruno | ... | Elda | |
| Fernando Caruso | |||
| Zeca Carvalho | ... | Cadu | |
| Iván Espeche | ... | Juan | |
| Priscila Fantin | |||
| Marcelo Faria | ... | Orlando | |
| Thiago Fragoso | |||
| Charles Fricks | |||
| Silvio Guindane | |||
| Cinara Leal | |||
| Raphael Logam | ... | Policial da Lei Seca | |
| Luana Maia | ... | Marina | |
| Samantha Schmütz |
Sinopse:
Beatriz (Maria Paula) é terapeuta de casais, mas está enfrentando problemas no seu relacionamente com o marido, Orlando (Marcelo Faria), e familiares. A psicanalista percebe o seu problema pessoal e decide fazer mudanças. para experimentar um mundo até então desconhecido.
Cinemark Paulista 2 (cabine)
💣
Comentário:
Muito se reclama das comédias nacionais no cinema, mas da maioria delas é possível extrair algumas qualidades que até valem o ingresso. Não é o caso aqui.
Baseado num livro e numa peça de sucesso, o resultado é, no mínimo, constrangedor.
Começa pela escolha da protagonista, Maria Paula, desprovida de carisma, dá impressão de ser a alternativa barata, depois que, por exemplo, Cissa Guimarães - a protagonista da peça - recusasse o papel.
Mas graças à péssima direção, todo o elenco está fora de tom. Os piores momentos são os protagonizados pela personagem da filha adolescente - a histérica Luana Maia - e a sequência do grotesco personagem de Fernando Caruso, que poderia ter simplesmente recusado o trabalho.
Tecnicamente, a produção até provê os elementos mínimos para fazer um filme, com direção de arte, fotografia e som corretos, mas não há como perdoar a escolha do diretor.
Responsável pelo roteiro e a direção, o veterano Paulo Thiago não é capaz de acertar um único enquadramento, um único corte. A mise-en-scène é uma verdadeira aula master do que não fazer num filme. É curioso notar como os figurantes nunca sabem se comportar nas cenas, como as bailarinas de programas de auditório que estão sempre sorrindo e dançando, independente do que acontece em primeiro plano.
Os cortes são truncados, acelerando e tirando qualquer fluência da ação. Os diálogos são pobremente desenvolvidos com piadas antiquadas e personagens invariavelmente caricatos.
Um desastre. Um daqueles filmes que não deveria existir.
(http://www.kinobrasil.com.br/2017/08/doidas-e-santas.html)
Baseado num livro e numa peça de sucesso, o resultado é, no mínimo, constrangedor.
Começa pela escolha da protagonista, Maria Paula, desprovida de carisma, dá impressão de ser a alternativa barata, depois que, por exemplo, Cissa Guimarães - a protagonista da peça - recusasse o papel.
Mas graças à péssima direção, todo o elenco está fora de tom. Os piores momentos são os protagonizados pela personagem da filha adolescente - a histérica Luana Maia - e a sequência do grotesco personagem de Fernando Caruso, que poderia ter simplesmente recusado o trabalho.
Tecnicamente, a produção até provê os elementos mínimos para fazer um filme, com direção de arte, fotografia e som corretos, mas não há como perdoar a escolha do diretor.
Responsável pelo roteiro e a direção, o veterano Paulo Thiago não é capaz de acertar um único enquadramento, um único corte. A mise-en-scène é uma verdadeira aula master do que não fazer num filme. É curioso notar como os figurantes nunca sabem se comportar nas cenas, como as bailarinas de programas de auditório que estão sempre sorrindo e dançando, independente do que acontece em primeiro plano.
Os cortes são truncados, acelerando e tirando qualquer fluência da ação. Os diálogos são pobremente desenvolvidos com piadas antiquadas e personagens invariavelmente caricatos.
Um desastre. Um daqueles filmes que não deveria existir.
(http://www.kinobrasil.com.br/2017/08/doidas-e-santas.html)
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