Holanda / Bélgica / Finlândia / México / França 2015 (105')
Direção: Peter Greenaway
Elenco:
| Elmer Bäck | ... | Sergei Eisenstein | |
| Luis Alberti | ... | Palomino Cañedo | |
| José Montini | ... | Diego Rivera | |
| Cristina Velasco Lozano | ... | Frida Kahlo | |
| Rasmus Slätis | ... | Grisha Alexandrov | |
| Jakob Öhrman | ... | Eduard Tisse | |
| Sara Juárez | ... | Mercedes | |
| Alaín Vargas | ... | Gideon | |
| Maya Zapata | ... | Concepción Cañedo | |
| Gustavo Galván | ... | Rolando | |
| Emiliano Morales | ... | Pascal | |
| Anna Knaifel | ... | Pera | |
| Alenka Rios | ... | Alba (as Alenka Rios Hart) | |
| Lisa Owen | ... | Mary Craig Sinclair | |
| Stelio Savante | ... | Hunter S. Kimbrough |
Sinopse:
Depois de estabelecer sua reputação na União Soviética, o cineasta Sergei Eisenstein (Elmer Bäck) se muda para Guanajuato, no México, para dirigir o novo projeto "Que Viva México!". Chegando ao país, encanta-se com a nova cultura e passa a levar uma vida de excessos e de descobertas. Assim, as filmagens sofrem muitos atrasos e os custos do projeto aumentam, gerando conflitos com os produtores. Sem familiares ou amigos por perto, o inseguro Eisenstein torna-se cada vez mais próximo de seu guia local, o mexicano Palomino Cañedo (Luis Alberti), com quem inicia um relacionamento amoroso.
28/04/2016
Dld
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Comentário:
Quem não conhece o cinema de Greenaway vai estranhar, mas este é um dos mais lineares da carreira do diretor. Ele usa e abusa de seu estilo caricato, despudorado e visualmente deslumbrante, cuidadosamente arquitetatado para compor sua familiaridade com o próprio biografado. Deveriam haver mais diretores como ele.
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