Brasil 2013
Direção: Antonio Carlos da Fontoura
Elenco:
| Thiago Mendonça | ... | Renato Russo | |
| Laila Zaid | ... | Ana Cláudia | |
| Bruno Torres | ... | Fê Lemos | |
| Daniel Passi | ... | Flávio Lemos | |
| Sandra Corveloni | ... | D. Carminha | |
| Marcos Breda | ... | Dr. Renato | |
| Bianca Comparato | ... | Carmem Teresa | |
| Conrado Godoy | ... | Marcelo Bonfá | |
| Nicolau Villa-Lobos | ... | Dado Villa-Lobos | |
| Sérgio Dalcin | ... | Petrus | |
| Olívia Torres | ... | Gabi | |
| Ibsen Perucci | ... | Dinho Ouro Preto | |
| Nathália Limaverde | ... | Helena | |
| André de Carvalho | ... | Tony | |
| Kotoe Karasawa | ... | Suzy | |
| Victor Carballar | ... | Phil | |
| Maísa Lacerda | ... | Lele | |
| Kael Studart | ... | Andi | |
| Vitor Bonfá | ... | Loro | |
| Paulo Wenceslau | ... | Guilherme | |
| Henrique Pires | ... | Carlos Alberto | |
| Waldomiro Alves | ... | Feijão | |
| Thiago Casado | ... | Ico | |
| Leonardo Villas Braga | ... | Hermano | |
| Edu Moraes | ... | Herbert | |
| Natasha Stransky | ... | Terese |
Sinopse:
O jovem Renato Russo não tem tempo a perder: sonha ser um astro do rock. Mas ainda é cedo. Ele precisa estudar, dar aulas de inglês, tranquilizar os pais, curtir a turma, curar dores de amor e, principalmente, arrumar quem toque na sua banda. Do Aborto Elétrico à Legião Urbana, “Somos Tão Jovens” apresenta os primeiros acordes do mito Renato Russo e da turma do Rock Brasília, criadores de sucessos como “Que País é Este”, “Geração Coca-Cola”, “Eduardo e Mônica” e muitas outras músicas que marcam e transformam fãs geração após geração, iniciando a trajetória que a tornará a maior banda do Rock Brasil e Renato Russo o porta-voz da juventude urbana do país inteiro.
07/05/2013
PlayArte Plaza Sul 6
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Comentário:
Renato Russo era um gênio, mas era também um poser afetado e isso está bem claro no filme. O problema é que a "encenação" da personalidade do artista, que toma a maior parte do filme, é muito ruim. Os diálogos são absurdamente artificiais, declamados por atores muito mal dirigidos, quase nenhum se salva. A produção também é pobre, especialmente por conta da falta de figurantes, que obriga o diretor a ficar preso aos planos fechados. O que salva é a essência do momento mágico que a cultura brasileira teve naquele distante 1985 no Planalto Central. Merecia mais que um diretor experiente, mas ruim e um roteirista, Marcos Bernstein, que tem no seu currículo um filme como "Central do Brasil", mas dá a impressão que o verdadeiro autor daquele roteiro era o co-roteirista João Emanuel Carneiro. O resultado final é decepcionante.
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